sábado, 12 de novembro de 2011

Pratique atos caridosos ,ao acaso.

Há um adesivo bastante popular atualmente. Espalhados por carros de todo o país( por sinal até no meu). Seus dizeres era o seguinte:"Pratique atos caridosos, ao acaso, e gestos de beleza, sem sentido."Não tenho a menor ideia de quem bolou essa frase, mas nunca vi mensagem mais importante nos carros que circulam por aí. 
Talvez a motivação fundamental para a prática da caridade seja a alegria, grande alegria que traz para a sua vida. Cada ato caridoso premia você com sentimentos positivos e o faz lembrar de aspectos importantes de sua vida_serviço de caridade, e amor. Se cada um fizer a sua parte , logo estaremos num mundo melhor.(Trecho tirado do livro - Não faça tempestade em copo d`água...) de Richard Carsoln.

sábado, 29 de outubro de 2011

Antes do Amanhecer: NO MAR

Antes do Amanhecer: NO MAR: No caminho de azul infinito, Compartilhe comigo esse mar Que vejo profundo em seus olhos De intensas e constantes ondas Que distanciam ...

terça-feira, 25 de outubro de 2011

BIOELETROGRAFIA

FOTO KIRLIAN 4


Aplicações

Apesar da atual controvérsia sobre a existência de evidências conclusivas e falta do reconhecimento pela comunidade científica internacional sobre a validade do seu uso na prática médica, a técnica da bioeletrografia é potencialmente útil para outras situações, como a análise da condutividade e disposição de superfície de condutividade. Estudos iniciais[2][3] sugerem que a técnica pode ser utilizada pela mineralogia.
Desde que o assunto surgiu na antiga URSS, muitas pesquisas foram feitas. Em 1999 a técnica foi reconhecida pelo Ministério da Saúde da Federação Russa e em 2000 pela Academia de Ciências da Rússia, sendo recomendado o seu uso nas instituições de saúde daquele país como um instrumento científico auxiliar de diagnóstico, recomendado para uso na Prática Médica.

FOTO KIRLIAN 3


Significado

Fotografias Kirlian registram a passagem de correntes pela resistência elétrica da superfície dos materiais, biológicos ou não, por intermédio de uma chapa metálica eletrificada colocada em oposição.

Muito se especula sobre o que é registrado nas fotos Kirlian. Numa visão mística, alguns entusiastas religiosos alegam que as imagens do halo registrado nas fotos, correspondem à aura, ainda que esse registro também ocorra com objetos, ferramentas ou pedras. De fato o que se registra nas imagens eletrografadas é apenas a resistência ou permeância elétrica do objeto em estudo.
Céticos afirmam que grande parte dos halos são gerados pela umidade que ocorre naturalmente em todos os seres vivos, que se tornam ionizada devido aos campos elétricos de alta-tensão e alta-freqüência utilizados nessa técnica e captados pela emulsão fotográfica. De fato, considera-se que pelo menos vinte e duas características físicas, químicas e fotoquímicas podem influenciar as descargas coronais vistas nas fotos Kirlian.
A hipótese de o fenômeno registrado ser realmente a aura dos objetos fotografados é atualmente desacreditada em praticamente todos os meios, salvo em alguns círculos místicos que ignoram as evidências contra tal explicação.
O maior argumento a favor da explicação aceita pela comunidade científica (e consequentemente contra a explicação mística para o fenômeno) é o fato de que a suposta aura não aparece se a fotografia for realizada no vácuo. Como a suposta aura defendida pelos esotéricos deveria continuar existindo no vácuo, ou em qualquer outra condição atmosférica, esse fato representou um duro golpe na explicação mística para a imagem registrada pela fotografia Kirlian.

FOTO KIRLIAN 2


Técnica

No procedimento para obter uma foto Kirlian, o objeto, como por exemplo uma folha ou a parte do corpo de uma pessoa (geralmente os dedos), é colocado próximo à emulsão fotográfica, em uma chapa isolante com um eletrodo metálico por baixo, o qual está ligado ao aparelho de fotografia Kirlian que gera uma corrente elétrica pulsante de alta freqüência, baixa corrente e alta tensão (normalmente de cinco mil até vinte mil volts). Na foto obtida por este processo, aparece uma luminescência felpuda ao redor dos contornos dos objetos fotografados, resultantes da ionização dos gases que ali se encontram, onde fótons são produzidos e ali ficam registrados.